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SUV

BMW confirma novo X6 M no Brasil

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A BMW confirmou a chegada do novo X6 M ao país no terceiro trimestre deste ano. Produzido em Spartanburg, nos Estados Unidos, o BMW X6 M é a combinação do conceito de SAV (Sport Activity Vehicle) com o alto desempenho esportivo da linha M. Preço e versões ainda não foram divulgados.

O novo X6 chega equipado com um propulsor V8 de 4.4L movido a gasolina com potência e força de sobra: 600 cv e 750 Nm de torque entre 1.800 rpm e 5.860 rpm. O câmbio é automático de oito velocidades e a tração é integral.

Esse conjunto é capaz de romper em 3,8 segundos a barreira dos 100km/h partindo da inércia e a velocidade máxima é de 290km/h.

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HÍBRIDO

Toyota Corolla Cross vai esquentar a briga dos SUVs híbridos no Brasil

Segmento híbrido terá Jeep Compass, Ford Escape e outros rivais

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Revelado no início do mês na Tailândia, o novo Toyota Corolla Cross chegará ao Brasil em 2021 para engrossar o pelotão dos SUVs médios a encarar o campeão de vendas Jeep Compass. Com produção nacional e trem de força híbrido compartilhado com o Corolla, o novo SUV da marca japonesa promete ser um dos principais atores no cenário dos SUVs médios híbridos.

O líder do segmento Jeep Compass terá a reforço da versão híbrida 4xe (junto com o irmão menor Renegade) também no ano que vem. Além disso, a briga promete esquentar ainda mais com a chegada do Ford Escape PHEV, ainda sem data oficial de estreia, mas aguardado para o período entre o fim deste ano e o primeiro semestre de 2021.

Medindo 4.460 mm de comprimento, 1.825 mm de largura, 1.620 mm de altura e com entre-eixos de 2.640 mm, o Corolla Cross híbrido será equipado com o mesmo conjunto propulsor consagrado no Corolla: o motor 1.8 litro de 95 cv associado a uma unidade elétrica de 72 cv para um total de 123 cv de potência total. O câmbio é o automático do tipo CVT.

Disputa híbrida
A tendência é que a maioria dos segmentos (o de SUVs médios/grandes com mais intensidade) adicionem versões híbridas ao portfólio a partir do que vem. Esse novo cenário pode alterar o panorama dos modelos mais vendidos atualmente. Veja abaixo quais serão os principais rivais do Corolla Cross híbrido:

Jeep Compass 4xe
O campeão absoluto de vendas do segmento teria a estreia da versão híbrida ainda neste ano. No entanto, a pandemia atrasou os planos da FCA e o modelo só irá desembarcar por aqui no começo de 2021. Assim como o irmão menor Renegade, a versão 4xe é híbrida do tipo plug-in (recarregável) e deverá ter preços acima dos R$ 200 mil.

Ford Escape PHEV
Entre os três SUVs médios que a Ford irá trazer (Territory, Bronco Sport e Escape), este deve ser o único com versão híbrida, que é do tipo plug-in (recarregável), como no Compass. Ele ainda não tem data oficial de estreia, mas dado o cronograma da Ford, pode desembarcar entre o fim deste ano e o início de 2021.

Lexus UX 250h
Nem sempre lembrado, o croosver UX 250h já está à venda no país desde abril do ano passado e emplacou praticamente 500 unidades somente no primeiro ano de vendas. Atualmente ele custa R$ 194.990, sendo uma opção da marca premium da Toyota. O SUV híbrido é equipado com um motor 2.0 a gasolina associado a uma unidade elétrica para um total de 178 cv de potência.

Considerando que o preço do atual do Toyota Corolla Altis Hybrid é de R$ 137.890,00, a futura versão híbrida do Corolla Cross também terá fabricação nacional e não deve ficar muito acima deste patamar. Ainda que ficasse, teria uma boa margem de diferença para os rivais que em sua maioria dificilmente ficarão abaixo do patamar de R$ 200 mil.

Os SUVs compactos e médios representam o maior volume de vendas, mas é nos segmentos mais altos que haverá mais opções de versões híbridas, como no caso dos já disponíveis Volvo XC40 R-Design híbrido (R$ 245.950), Toyota RAV4 Hybrid (R$ 217.990) Lexus NX 300h (R$ 270.990) e a nova geração do Volkswagen Tiguan, que em um futuro não muito distante tem boas chances de desembarcar com a versão híbrida por aqui.

Como dissemos, a Toyota confirmou o lançamento do Corolla Cross no Brasil para 2021. A montadora japonesa já investiu a quantia de R$ 1 bilhão na fábrica de Sorocaba para preparar sua produção, onde o modelo é conhecido pelo código 740B.

Até lá o cenário pode mudar bastante, mas a julgar pelos fatores atuais o novo SUV da Toyota tem tudo para emplacar também no segmento dos híbridos, a exemplo dos companheiros de marca Corolla, RAV4 e Prius, simplesmente os três carros híbridos mais vendidos no país no ano passado.

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PREMIUM

Novos Versa, Kicks e Sentra já têm data marcada para chegar ao Brasil

Cronograma de lançamentos revela planos da Nissan para o mercado brasileiro até 2021

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Clientes Nissan interessados na chegada de novidades certamente ficarão bastante animados com o cronograma de estreias que a marca traçou para os próximos meses no Brasil. Conforme adianta material cedido pelo colega André Gessner, de agosto deste ano até meados de 2021 as concessionárias da empresa receberão lançamentos com frequência quase que mensal.

O primeiro a chegar, já no próximo mês, será o sedã V-Drive 2021 – versão rebatizada do Versa atual. Será oferecido em quatro opções de acabamento (uma a menos do que atualmente) na forma do V-Drive 1.0 manual, V-Drive 1.6 manual, V-Drive 1.6 Special Edition CVT e V-Drive 1.6 Plus CVT. Os preços ficarão entre R$ 57.190 e R$ 72.890.

Clientes Nissan interessados na chegada de novidades certamente ficarão bastante animados com o cronograma de estreias que a marca traçou para os próximos meses no Brasil. Conforme adianta material cedido pelo colega André Gessner, de agosto deste ano até meados de 2021 as concessionárias da empresa receberão lançamentos com frequência quase que mensal.

O primeiro a chegar, já no próximo mês, será o sedã V-Drive 2021 – versão rebatizada do Versa atual. Será oferecido em quatro opções de acabamento (uma a menos do que atualmente) na forma do V-Drive 1.0 manual, V-Drive 1.6 manual, V-Drive 1.6 Special Edition CVT e V-Drive 1.6 Plus CVT. Os preços ficarão entre R$ 57.190 e R$ 72.890.

Já no começo de 2021, mais precisamente em fevereiro, o primeiro lançamento da Nissan será a reestilização do Kicks. A renovação já foi revelada na Ásia e deu ao modelo características da nova identidade visual da marca, especialmente na grade, faróis e para-choque. Além disso, o crossover ficou mais tecnológico e conectado ao adotar diversos recursos de assistência à condução. Na mecânica, o destaque é a versão híbrida E-Power, posicionada no topo da gama.

Por fim, o calendário confirma a chegada da nova geração do Sentra, já comercializada em mercados como China e Estados Unidos. Assim como o modelo atual, o novo virá importado do México e manterá o motor 2.0 aspirado associado ao câmbio CVT. A data específica do lançamento, porém, não foi revelada.

Motor1

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SUV

Chevrolet Trailblazer 2021 pode ser o anti-Compass da GM no Brasil

Há expectativa de que ele seja fabricado na Argentina e venha atuar entre o Tracker e o Equinox

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Nesta onda de resgate de nomes do passado, a Chevrolet renasceu o nome Trailblazer nos Estados Unidos para a linha 2021. Mas, se o Trailblazer do passado era baseado em uma picape de chassi, agora temos um produto para resolver os problemas deixados pelo Trax (o antigo Tracker). Ou até mais do que isso. Ele é cotado para atuar entre o novo Tracker (que não será vendido nos EUA) e o Equinox em alguns mercados, como o brasileiro. A produção viria da Argentina (ele seria o tal modelo de “alto valor agregado” prometido para lá) e teria como alvo, claro, o Jeep Compass.

O novo Trailblazer está para o Tracker assim como o Compass está para o Renegade. O novo SUV mede 4,40 metros de comprimento e 2,64 m de entre-eixos, enquanto o Tracker nacional tem 4,27 m e 2,57 m, respectivamente. Ou seja, encaixaria perfeitamente entre o SUV derivado do Onix e o Equinox, que mede 4,65 m e 2,72 m, nesta ordem. Em relação ao Tracker, o Trailblazer investe num design mais esportivo, principalmente na dianteira com o conjunto óptico dividido e uma ampla grade separada por uma barra. De perfil, ele se destaca pela coluna C larga e inclinada, o que reforça seu aspecto mais invocado.

O interior é ainda mais expressivo. Linhas atraentes dominam o ambiente, além de uma tela de 8″ no centro. O acabamento em black piano está em diversas partes nessa versão RS avaliada, além dos detalhes em vermelho anodizado (como na versão Trailhawk do Jeep Compass).

Mas se o desenho interno é legal, a GM não fez muito pelos materiais. O Trailblazer RS tem painel e portas em plástico rígido, até mais do que vemos em alguns modelos mais baratos. O material simples domina boa parte do interior. Até mesmo os bancos do RS – uma mistura de vinil simplório com um tecido ainda mais – desapontam. A única parte sem plástico é uma vertical do painel, que tem uma bela textura e costura vermelha.

Fora a qualidade dos materiais, temos que falar sobre a qualidade de construção. Destrave as portas pela chave presencial e há um mecanismo barulhento. As maçanetas parecem frágeis, as portas são leves e o som de quando se fecham é baixo. Há partes que fazem barulho no interior também. Algo comum em modelos da sua categoria, mas no Trailblazer tudo isso é mais notável que em qualquer outro concorrente.

A Chevrolet trocou o motor 1.4 turbo do antigo Tracker por um par de motores com três cilindros e turbo. Com tração dianteira, como o testado, há opção do 1.2 ou 1.3 com câmbio CVT. Já a RS e a Activ, as únicas versões disponíveis para a imprensa americana neste momento, trazem o motor 1.3 como item de série.

Não sabemos exatamente o motivo para a Chevrolet oferecer dois motores similares no Trailblazer, já que os números não são tão diferentes. Como a maioria dos motores tricilíndricos turbo, o torque em baixas rotações é o destaque, com 22,4 kgfm no 1.2 e 24,1 kgfm no 1.3. São 139 cv e 157 cv, respectivamente. Nas lojas, você verá mais o 1.3 com tração integral opcional, enquanto o 1.2 estará com tração apenas dianteira nas versões L, LS e LT.

A diferença entre o 1.3 e o antigo 1.4 é gritante. Como nos motores desta categoria da Ford e BMW, ele tem bastante torque em baixas rotações (1.600 rpm) e uma ansiedade em mostrar isso. Mas o fôlego acaba logo, não adiantando passar muito das 3.000 rpm. Não é um carro rápido, mas o 1.3 tem bastante força em baixa e é fácil de ser usado inclusive em estradas.

É um motor econômico ao menos. Em um trajeto de 160 km de estrada, chegamos aos 14 km/litro. Em outro percurso misto de cerca de 130 km, o computador de bordo seguiu mostrando a mesma média. O som do motor 1.3 também ajuda nessa economia, pois não empolga a acelerar. Andando tranquilamente, ele é bem quieto, inclusive neste Trailblazer,

Queria ter avaliado o Trailblazer com o câmbio automático de 9 marchas e tração 4×4, um conjunto que agrada em outros modelos da GM. Mas o CVT é bom e tem um comportamento excelente mesmo com o pé embaixo, além de responder rápido nas baixas cargas no acelerador. As versões com tração integral são opção aos locais com neve, mas a tração dianteira já vai muito bem.

Os engenheiros da Chevrolet se preocuparam em melhorar a rodagem, mesmo mantendo a suspensão McPherson na dianteira e um eixo de torção na traseira. O Trailblazer é bem-comportado em terrenos acidentados e asfalto ruim. Não é um fora-de-estrada, mas peguei algumas estradas de terra durante esta avaliação e sua estabilidade e leveza são admiráveis.

Ouvimos muitos ruídos de vento, pneus e da estrada. Você terá um rodar mais quieto em um Mazda ou Hyundai, por exemplo, e ambos oferecem uma boa experiência ao volante, já que não senti muita confiança na direção elétrica do Trailblazer em conduções mais rápidas. É leve demais e fica devendo em comunicação. Não tive muita fé no que estava acontecendo sob o eixo dianteiro, além de ter ficado com uma impressão de grande rolagem de carroceria nas curvas, ainda que progressiva.

Como no Tracker e no Equinox, o Trailblazer atrai pelo pacote de equipamentos. É um dos mais baratos modelos do mercado a ter Apple CarPlay e Android Auto sem fio e um impressionante pacote de segurança ativa. A central multimídia com tela de 8″ parece ser mais rápida que a de outros modelos GM que testei recentemente, ainda que rodando o mesmo software.

O Trailblazer básico, de US$ 19.995 (R$ 106.000), já tem frenagem automática de emergência com detector de pedestres, farol alto automático e assistente de faixa, mas apenas a Activ e RS trazem o piloto automático adaptativo. Como opcionais, temos detector de ponto-cego e monitor de tráfego cruzado traseiro.

O problema é que as versões mais caras custam bem mais. No caso do carro testado, um RS, a conta vai para US$ 30.850 (R$ 163.500). Na concorrência, por US$ 31 mil, encontramos rivais completos com tração integral, além de alguns modelos de segmento superiores. Por este preço, no lugar do Trailblazer de US$ 31 mil, eu fico com um Honda CR-V EX, com tração integral, mais potência e mais segurança. Você só vai perder o CarPlay sem fio. Pra mim, parece que a Chevrolet colocou o preço do Trailblazer com uma bela margem de lucros.

Mas a realidade é que entre US$ 25 mil e US$ 26 mil (cerca de R$ 130 mil a R$ 140 mil), o Trailblazer é um bom negócio. É um crossover com motor potente e um perfil de condução prazeroso, mais que alguns concorrentes. Sabendo que o Tracker Premier custa R$ 119.490 e Equinox LT começa em R$ 137.260, o Trailblazer poderia vir ao Brasil com o motor 1.3 turbo justamente nesta faixa entre os dois. Coincidência ou não, o Compass também vai ganhar um motor 1.3 turbo em 2021…

Motor1

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