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ESPORTIVO

Mini John Cooper Works GP entra em pré-venda no Brasil por R$ 299.990

Versão com 306 cv de potência é a mais rápida e poderosa da gama – e com unidades limitadas

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Anunciado para o Brasil desde o início do mês passado, o apimentado Mini John Cooper Works GP acaba de ser colocado em regime de pré-venda por aqui. Conforme explica a marca, o modelo tem preço sugerido de R$ 299.990 e clientes interessados podem desde já fazer a reserva em qualquer concessionária do país. O lote disponível é de apenas 25 unidades, tendo em vista que apenas 3 mil exemplares serão produzidos para o mundo todo.

Versão mais rápida e poderosa da gama, a novidade estreia com o mesmo motor 2.0 turbo do JCW tradicional, mas com mudanças no ajuste do turbocompressor e componentes internos atualizados. Na prática, a potência saltou de 231 cv para 306 cv, representando ganho de consideráveis 75 cv. O torque é de 45,8 kgfm, disponíveis já a partir de 1.750 rpm. Na pista, os números se traduzem em aceleração de 0 a 100 km/h em 5,1 segundos e velocidade máxima de 265 km/h.

Além da mecânica, a versão GP chama atenção pelos detalhes exclusivos presentes no design. Para otimizar o aspecto agressivos das linhas, a Mini aplicou para-choques alargados, aerofólio, arcos das rodas ampliados, apêndices aerodinâmicos, entre outros. Há também reforço adicional no chassi e no compartimento do motor, além de buchas de suspensão mais rígidas e barra de apoio para as torres dianteiras. Por fim, há pinças de freio dianteiro de quatro pistões específicas e discos de 14,1″, além de um sistema de refrigeração e óleo aprimorado para o motor.

Para os puristas que eventualmente venham a criticar a tração dianteira, a Mini diz que a transmissão Steptronic de 8 marchas é equipada com bloqueio diferencial mecânico integrado para distribuir a potência. O sistema funciona em conjunto com o controle de estabilidade dinâmico do carro – que ganha um modo GP especial para atuação em curvas. Baseado na carroceria de duas portas, o GP dispensa a fileira de bancos traseiros e possui assentos apenas na frente.

Fotos: Divulgação

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ESPORTIVO

Subaru BRZ deixa de ser produzido

A boa notícia é que há uma nova geração prevista para 2021

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O Subaru BRZ, esportivo de baixo peso feito em parceria entre a Subaru e a Toyota e que tem algumas unidades no Brasil importadas de forma independente, parece estar com sua vida perto do fim. A página da marca no Japão comunica que não estão aceitando mais encomendas do cupê.

Motor1.com procurou os representantes da Subaru nos Estados Unidos (onde ele é vendido oficialmente) e descobrimos que a mesma situação se aplica por lá. Ainda tentamos conversar com a Toyota para ver se isso afeta também o GT 86 (o mesmo carro, mas da Toyota), já que eles saem da mesma fábrica.

A aposentadoria do BRZ é algo esperado há algum tempo. Por exemplo, a Subaru apresentou uma edição especial Final Edition no mercado alemão em março de 2020. Em setembro de 2019, ambas as marcas confirmaram que estão trabalhando na segunda geração da dupla BRZ e 86. Não existem informações oficiais, mas rumores sugerem que usarão a plataforma TNGA da Toyota e uma variante do motor 2.4 turbo da Subaru com mais de 255 cv. O engenheiro da Toyota, Tetsuda Tada, diz que quer um carro melhor de dirigir que o Supra.

Há a chance deste novo modelo usar também o motor 2.4 aspirado da Subaru com cerca de 217 cv, o que já seria um upgrade em comparação com o atual BRZ e GT 86 e seus 205 cv. Mas isso devemos saber apenas em 2021.

Fotos: divulgação

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ESPORTIVO

Honda Civic Si fica mais rápido e exclusivo

Mudanças na relação de marchas e no visual realçam a esportividade do cupê

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Você não verá tantos Honda Civic Si desta 10ª geração nas ruas. Importado do Canadá, seus lotes são bem menores do que quando o esportivo era produzido em Sumaré (SP) na oitava geração – e até menos que o Si coupé com o motor 2.4 aspirado, este também importado. Mesmo assim, a Honda acredita que ter um legítimo esportivo em sua linha é importante (e nós concordamos).

Dito isso, o Honda Civic Si 2020 chega com algumas novidades que reforçam sua esportividade e exclusividade. Visualmente, ele traz um novo para-choque dianteiro mais agressivo, novo desenho para as rodas de 18″ (mantém os pneus 235/40) e faróis de neblina em LEDs, fazendo conjunto com os faróis em LEDs já existentes anteriormente. Por dentro, temos detalhes em carbono e vermelho e um novo carregador de smartphones por indução.

Na mecânica, o Civic Si 2020 mantém o motor 1.5 turbo intocado, com 208 cv e 26,5 kgfm de torque. A mudança aparece no câmbio manual de 6 marchas, agora com relação de diferencial 6% mais curta, o que melhora as retomadas e as acelerações, por fazer o motor “encher” mais rápido. Foi por isso que a Honda nos levou até a sua pista de testes em Sumaré (SP): mostrar como anda o esportivo renovado.

O Civic Si já era um esportivo elogiável (mostramos isso em um teste instrumentado e, mais recentemente, junto com o Renault Sandero R.S). Não só por ainda trazer o câmbio manual de 6 marchas com engates justos, mas também pelo acerto dinâmico e a carroceria cupê de duas portas (ou seja, é um esportivo raiz). Mesmo quando tinha a concorrência do VW Golf GTI, ele se destacava em diversos aspectos.

A Honda preparou um percurso com três atividades. A primeira, uma reta para medição da aceleração de 0 a 100 km/h. Apesar do equipamento similar ao utilizado por nós (VBox Racelogic), vamos considerar os 7,4 segundos atingidos apenas para este momento, pois o esportivo será testado por completo em nosso padrão brevemente. Mesmo assim, ele já registrou 0,8 segundo a menos que os 8,2 s marcados pelo Si 2018, que na época custava R$ 159.990.

No slalom, a suspensão adaptativa mostrou seu trabalho. Com o botão Sport acionado, além da alteração na calibração da direção e do acelerador, o emulador do ronco é ativado (novidade da linha 2020) e os amortecedores recebem uma carga mais firme, praticamente “travando” a carroceria do Civic nas mudanças de direção bruscas.

No Pro Solo, um traçado travado com cones, o Civic Si mostrou que a relação mais curta ajuda nas retomadas. A direção elétrica tem relação variável e responde (bem) rápido, como já era conhecido do Civic Si nesta décima geração da família. Melhorou o que já era show!

Sem o Golf GTI, o Honda Civic Si vive sozinho no seu segmento. Chega nesta linha 2020 a R$ 179.990 e continuará sendo figura rara nas ruas – e a própria Honda sabe disso, com lotes pequenos de importação. Preza pelo prazer ao dirigir, apesar de fazer certa falta os motores aspirados giradores clássicos do modelo. Mas não perde o brilho.

Fotos: Caio Mattos Motor1

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ESPORTIVO

Lamborghini lança supercarro de 830 cv que não pode rodar nas ruas

Essenza SCV12 traz motore V12 naturalmente aspirado. Produção será limitada a 40 unidades, mas preços não foram revelados

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A Lamborghini anunciou o lançamento do Essenza SCV12. O novo modelo é no mínimo inusitado. Ele traz o motor V12 mais potente já feito pela fabricante italiana. São mais de 830 cavalos sem qualquer ajuda de turbinas ou motores elétricos.

O Essenza SCV12 também tem produção limitada a 40 unidades. E nenhuma delas poderá rodar nas ruas. O superesportivo foi criado pela divisão de corridas da Lamborghini, a Squadra Corse, e terá seu uso restrito às pistas.

Os preços não foram divulgados. A marca informou apenas que os 40 felizardos compradores farão parte de uma espécie de clube, com acesso a programas para dirigir o modelo em autódromos de todo o mundo.

Além do motor mais potente, o superesportivo ainda recebeu uma nova transmissão sequencial de 6 marchas integrada à estrutura do veículo. A tração é traseira, segundo a empresa, para um conjunto mais compacto e leve.

A redução de peso também pode ser percebida na estrutura. O Essenza SCV 12 possui chassi de fibra de carbono. De acordo com a empresa, é o primeiro veículo GT que segue às regras de segurança de protótipos da FIA, órgão máximo do automobilismo mundial.

A Lamborghini não informou números de desempenho ou qualquer outra informação técnica do Essenza SCV12. A fabricante disse apenas que sua relação peso/potência é de 1,66 cv/ kg. Isso significa que, tendo 830 cv, o veículo pesa menos de 1.400 kg. Isso é cerca de 175 kg menos do que uma Aventador S, o modelo de entrada da marca italiana.

A aerodinâmica, segundo a fabricante, é melhor do que um veículo de competições da marca. Há uma entrada de ar dupla no capô dianteiro, que separa o fluxo de ar quente vindo do radiador e transporta o ar frio para o teto.

Além disso, o fluxo de ar para o resfriamento do motor e da caixa de câmbio foram melhorados com o uso de aletas verticais situadas nas saias laterais. Por fim, a traseira ostenta uma grande asa ajustável.

A cabine dispensa qualquer item que não seja essencial em uma pista de corridas. Até o quadro de instrumentos foi suprimido. Em seu lugar, há um volante com um visor digital inspirado nas peças usadas na Fórmula 1.

Até os assentos seguem um padrão homologado pela FIA, e são feitos de fibra de carbono.

Mais que um clube

Além de fazerem parte de um clube de corridas, os donos do Essenza ainda terão outras mordomias oferecidas pela Lamborghini.

Eles não precisarão se preocupar em arrumar uma garagem para os carros, por exemplo. Os veículos poderão ficar guardados em um depósito em Sant’Agata Bolognese, cidade sede da marca, na Itália.

Cada carro terá uma garagem própria e serviços dedicados, incluindo câmeras para que os clientes monitorem os carros usando um aplicativo.

O objetivo da marca é ter um calendário de ventos em pistas de grau 1 da FIA já em 2021. Esses autódromos são os que possuem maior graduação, e podem receber, por exemplo, corridas de Fórmula 1.

Os eventos serão no formato “chegar e dirigir”. A equipe de corrida da Lamborghini vai prestar todo o suporte, incluindo treinamentos dados por Emanuele Pirro, cinco vezes vencedor das 24 Horas de Le Mans e Marco Mapelli, piloto de testes da fábrica da Lamborghini Squadra Corse.

G1

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