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MOTO

Triumph Rocket 3 estreia com mais torque que um Polo TSI

A marca inglesa anuncia o retorno de sua musculosa tricilíndrica em versões GT e R

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Depois de apresentar a exclusiva Rocket 3 TFC em edição limitada há alguns meses, a Triumph confirmou o rumo de que iria trazer de volta à sua gama uma muscle-cruiser. Ainda este ano, a Triumph Rocket 3 retornará ao catálogo da marca britânica em duas versões: Gran Turismo e Roadster.

O visual da Rocket 3 se mantém inconfundível graças ao duplo farol de LEDs, enquanto o perfil do motor de três cilindros é complementado pelas rodas de alumínio forjado, acabamento no cardã e guidão com cabos escondidos, deixando a dianteira limpa e harmônica.

Uma atenção extra é dada ao material e à sua construção: o tanque é esculpido em alumínio, assim como a tampa da caixa de ar, tampa do óleo, aletas do cárter e a tampa do cabeçote, além dos protetores de calcanhar dos pés do passageiro.

O banco também é embelezado com detalhes exclusivos e pode ir de um banco único a duplo com uma peça adicional em poucos segundos. Ambas as versões são mais leves que as anteriores, com 291 kg a seco, ou cerca de 40 kg a menos.

O maior motor produzido em massa do mercado de motos move a nova Rocket 3. O tricilíndrico em linha longitudinal refrigerado a água de 2.458 cc produz 165 cv a 6.000 rpm com pico de torque de 22,5 kgfm a 4.000 rpm (para efeito de comparação, um VW Polo TSI tem 128 cv e 20,4 kgfm). A transmissão via eixo cardã usa o câmbio de 6 marchas com um quickshift opcional e embreagem hidráulica assistida.

Um escape de 3×1 dá vazão ao motor 2.5. As duas saídas de escape estão no lado esquerdo.

A antiga estrutura em aço evoluiu para uma nova em alumínio que usa o motor como componente estrutural. Também é exclusivo o braço único com amortecedor deslocado que se integra com a transmissão e pode contar com monoamortecedor da Showa com reservatório externo para ajustes e curso de até 120 mm.

O conjunto de freios é composto por uma dupla de discos de 320 mm mordidos por pinças da Brembo M4.30 Stylema em roda de 17″ na dianteira e disco de 300 mm com pinça monobloco de 4 pistões em roda de 16″ na traseira. Os pneus são Avon Cobra Chrome, feitos exclusivamente para esta moto, com 240 mm de largura na traseira.

Ambas as versões da Triumph Rocket 3 passam a contar com o acelerador Ride by Wire e 4 modos de condução (Road, Rain, Sport e o personalizável Rider), além de uma série de auxiliares tecnológicos da plataforma IMU: freios ABS com função de curva, controle de tração com função curva, passando pelo assistente de partida em rampas e piloto automático, além dos opcionais Triumph Shift Assist e monitor de pressão dos pneus.

A instrumentação é integrada em uma tela colorida de TFT, vinda da Scrambler 1200, com inclinação regulável e conectividade Bluetooth para smartphones e controle de GoPro.

As diferenças entre as versões são poucas, mas importantes. A GT tem um perfil mais para turismo, com banco a 750 mm de altura do solo, e três regulagens de posição dos pedais, enquanto a R tem 773 mm de altura e uma posição mais esportiva.

A Triumph Rocket 3 estará disponível ainda este ano nas cores Korosi Red e Phantim Black na versão R e Silver Ice e Storm Grey e Phantom Black na GT. Preços serão comunicados somente no dia 19 de novembro.

Fotos: Triumph

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MOTO

Ducati apresenta nova Panigale V4 S por R$ 129.990

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A Ducati apresentou a versão 2020 da nova Panigale V4 no início desta semana. Durante uma live aberta, transmitida aos fãs e clientes, a fabricante italiana mostrou as inovações do seu produto de ponta no mercado nacional. O modelo superesportivo teve mudanças em seu design e também no acerto fino do conjunto.

A Panigale V4 S chegou ao Brasil ainda em 2019, substituindo a 1299 Panigale, quando foram montadas 50 unidades no complexo da fabricante em Manaus. Apenas um ano depois a Ducati entrega agora um produto renovado e que se vale de toda a tecnologia possível de ser derivada da MotoGP. Desta forma, a versão 2020 promete oferecer uma dinâmica ainda mais refinada, especialmente para pilotos profissionais.

O motor Desmosedici V4 de 90° com 1.103cc manteve a sua capacidade, entregando 214 cv a 13.000 rpm e 12,6 kgfm de torque a 10.000 rpm. Do mesmo modo, o virabrequim segue girando no sentido anti-horário, anulando parte do efeito giroscópico e pretendendo oferecer uma melhor dinâmica para movimentação, facilitando as curvas.

Entretanto, o modelo tem nova calibração de suspensão dianteira e traseira para movimentar seus diminutos 175 kg de peso. Assim, a assombrosa relação peso e potência é de 1,22 cv para cada quilo do conjunto.

Aero Pack renovado
As carenagens laterais receberam mudança significativa, exibindo dois grandes extratores de ar em cada um dos lados. Muito comentadas pelos entusiastas, as asas logo atrás dos faróis são outro recurso vindo da MotoGP.

Fabricadas de material termoplástico elas podem mudar sua rigidez de acordo com a temperatura, suportando até 30 quilos de arrasto em velocidade de 270 km/h. Ou seja, é mais downforce no eixo dianteiro. Além disso, o para-brisa aumento de tamanho, contribuindo à aerodinâmica.

Ainda, a moto recebeu uma série de alterações de chassi, de controle eletrônico e de mapeamento Ride by Wire. Desenvolvida pelos engenheiros da Ducati e Ducati Corse (que, segundo a marca, analisaram dados dos clientes e do Mundial de Superbike) as mudanças buscaram aumentar a estabilidade e a velocidade de rotação.

A Panigale V4 S vem ainda com controle eletrônico, utilizando o sistema Öhlins Smart EC de segunda geração, que explora o potencial do IMU 6D (unidade de medição inercial). Por fim, itens como controle de arrancada, de tração, de freio motor e freios ABS fecham o pacote que custa R$ 129.990. Ela está disponível apenas na cor Ducati Red.

Motonline

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MOTO

Triumph Tiger 900 chega ao Brasil em versão de entrada por R$ 48.990

Após ter pré-venda de modelos top de linha, versões intermediárias também desembarcam no país; veja a lista completa de preços. Aventureira é sucessora da Tiger 800

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A Triumph Tiger 900 chega no começo de agosto nas concessionárias do Brasil em todas as suas versões. Depois de ter a pré-venda em junho, a linha da aventureira sucessora da Tiger 800 está completa com a versão de entrada, a partir de R$ 48.990, e opções intermediárias.

Veja lista de preços:

Tiger 900 – R$ 48.990

Tiger 900 GT – R$ 52.990

Tiger 900 GT Low – R$ 52.990

Tiger GT Pro – R$ 59.990

Tiger 900 Rally – R$ 55.990

Tiger 900 Rally Pro – R$ 60.990

A Tiger 900 se torna então a principal rival das também aventureiras BMW F 750 GS e F 850 GS, lançadas em 2019 no Brasil.

Veja as principais novidades da Tiger 900

Motor maior, de 888 cc, no lugar do de 800 cc;

Rendimento 9% mais forte em médios giros;

Torque de 8,87 kgfm, 10% a mais;

Novo chassi modular, 5 kg mais leve;

Tanque de 20 litros;

Painel com tela de 7 polegadas.

6 modos de condução
Novo ABS e controle de tração, ambos com atuação em curvas (nas versões GT, GT Pro, Rally e Rally Pro).

Motor de 3 cilindros cresceu

O novo motor de 3 cilindros da aventureira sobe para 900 cc de cilindrada e atinge 95 cavalos de potência.

Comparada com a atual Tiger 800 vendida no Brasil, que alcança 95 cavalos, o pico de potência se manteve o mesmo, mas a montadora afirma que a moto está 9% mais forte nas faixas médias de giro do motor.

GT Pro e Rally Pro

A Tiger 900 GT e GT Pro são mais voltadas para o asfalto, para um uso cotidiano, entre cidade e estrada, por isso ela tem a roda de 19 polegadas na dianteira.

No caso da Tiger 900 Rally e Rally ro, o modelo é mais off-road e possui roda de 21 polegadas na dianteira. Outra novidade é o pneu sem câmara, que facilita o reparo em caso de furo.

G1

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MOTO

Triumph Street Triple RS chega ao Brasil por R$ 54.990 com nova ‘sobrancelha’

Com visual renovado, modelo esportivo também ganhou 9% a mais de força no motor de 3 cilindros e ficou mais tecnológica. Novo painel tem conexão com GoPro e navegação passo a passo

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A renovada Triumph Street Triple RS chegou às concessionárias da marca no país nesta semana por R$ 54.990. Apresentada no Salão Duas Rodas 2019, junto com a Rocket III, o modelo naked esportivo passou por importantes modificações no visual e em sua mecânica.

Fora do Brasil, a moto conta com opções mais acessíveis, as Street Triple R e Street Triple S, mas essas versões não foram lançadas no Brasil.

Desde o início da pandemia de coronavírus, este é a segunda novidade importante da montadora britânica no Brasil; depois de ter pré-venda no país, toda a linha Tiger 900 também chega às lojas brasileiras.

Mais agressiva

Em seu “coração”, a Street Triple RS tem o mesmo motor fornecido pela marca para o Mundial de Moto2, que é a categoria de acesso ao Mundial de MotoGP. Atualmente, a Triumph é a construtura oficial de propulsores para todas equipes; sempre com a configuração de 3 cilindros.

Apesar de manter a cilindrada, de 765 cc, além da mesma potência de 123 cavalos (a 11.750 rpm) da antiga Street Triple, o modelo está mais radical. De acordo com a empresa, a entrega de potência em rotações médias do motor está 9% maior.

No caso do torque, o desempenho geral ficou 9% maior, chegando ao total de 8,05 kgfm a 9.350 rpm. A naked possui 5 modos de pilotagem, acelerador eletrônico, freios ABS e controle de tração.

A suspensão conta com garfos dianteiros de pistão Showa de 41 mm ajustáveis, com curso de 115 mm, e unidade de suspensão traseira com monochoque com reservatório piggyback Öhlins STX40, também ajustável, com curso de roda traseira de 131 mm.

Os freios apresetam pinças dianteiras monobloco radiais de quatro pistões Brembo M50, e uma alavanca de freio ajustável Brembo, além de uma pinça traseira deslizante também da marca Brembo.

Visual mudou

Outro destaque está em seu visual, com novo desenho com “sobrancelha” e luz de rodagem diurna e faróis de LED. O painel também é novo, totalmente digital, com conexão com GoPro e navegação curva a curva.

O modelo também ganhou novo silenciador, com sistema de catalisador duplo, que reduz as emissões, diz a fabricante. Além disso, o escapamento agora conta com uma tampa da extremidade de fibra de carbono esportiva

G1

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